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Escala de Coma de Glasgow: como avaliar o paciente grave
Escala de Coma de Glasgow: como avaliar e tomar decisão no paciente grave Se você atende emergência, precisa dominar a Escala de Coma de Glasgow (ECG). 🚨A Escala de Coma de Glasgow foi desenvolvida em 1974 na University of Glasgow pelos neurocirurgiões Graham Teasdale e Bryan Jennett. Na época, havi

Antiagregação, anticoagulação e neuroproteção no AVC
No manejo do AVC isquêmico agudo, a discussão terapêutica não se limita às estratégias de reperfusão. Depois da fase inicial de diagnóstico e decisão sobre trombólise ou trombectomia, outras condutas passam a ter papel central na segurança do paciente e na prevenção de recorrência. Entre elas, desta

AVC isquêmico pediátrico: diagnóstico precoce e manejo em centros especializados
AVC isquêmico pediátrico: diagnóstico precoce e manejo em centros especializados O AVC isquêmico pediátrico recebe atenção especial na diretriz, principalmente por um motivo central: o subdiagnóstico. Diferentemente do que ainda ocorre no imaginário de muitos profissionais e familiares, o AVC também

AVC na circulação posterior e pediatria: trombectomia, trombólise e decisão individualizada
AVC na circulação posterior e pediatria As recomendações sobre reperfusão no AVC costumam ser discutidas principalmente a partir de estudos com foco em circulação anterior e população adulta. No entanto, a prática clínica exige atenção também a contextos menos frequentes, mas altamente relevantes, c

Controle metabólico e temperatura no AVC
Controle metabólico e temperatura no AVC No atendimento ao paciente com AVC, a atenção da equipe costuma se concentrar, de forma compreensível, na confirmação diagnóstica, na definição do tipo de evento e na avaliação de terapias específicas, como trombólise e trombectomia quando indicadas. No entan

Stroke unit, disfagia e suporte clínico no AVC
O tratamento do AVC isquêmico agudo não termina na reperfusão nem se resume às decisões tomadas nas primeiras horas. Depois da fase inicial, a qualidade do cuidado intra-hospitalar passa a ter impacto direto sobre mortalidade, incapacidade funcional, complicações clínicas e tempo de internação. É ju

Exames no AVC: além da tomografia, o que pedir antes da trombólise e o que NÃO pode atrasar o tratamento
Se você está esperando exame laboratorial para trombolisar, pode estar atrasando o paciente Se você suspeitou de AVC isquêmico e está aguardando exames laboratoriais para decidir sobre trombólise, existe uma grande chance de estar atrasando um tratamento que deveria ser imediato. A Diretriz AHA/ASA

Oxigenação e via aérea no AVC: o que realmente precisa ser feito no atendimento inicial
Nem todo paciente com AVC precisa de oxigênio ou de via aérea avançada Quando um paciente com AVC chega à emergência, existe uma tendência natural de ampliar o suporte logo de saída. Oxigênio, monitorização intensiva, preparo para intubação. Mas a Diretriz AHA/ASA 2026 chama atenção para um ponto que parece simples e,

Pressão arterial no AVC: quando tratar e quais metas usar antes e depois da trombólise
Nem toda pressão alta no AVC precisa ser tratada imediatamente Uma das dúvidas mais comuns no atendimento inicial do AVC é se toda pressão arterial elevada precisa ser corrigida logo na chegada. A resposta é não. E entender isso evita um erro frequente no plantão: baixar a pressão de forma precipita

Trombectomia mecânica no AVC
A trombectomia mecânica consolidou-se como uma das intervenções mais importantes no tratamento do AVC isquêmico agudo por oclusão de grande vaso. Seu papel é central porque, em pacientes adequadamente selecionados, a remoção endovascular do trombo pode restabelecer o fluxo cerebral de maneira eficaz

Trombólise intravenosa no AVC: alteplase, tenecteplase e janela terapêutica
A trombólise intravenosa permanece como uma das estratégias centrais de reperfusão no manejo do AVC isquêmico agudo. Mesmo com o avanço da trombectomia mecânica e o refinamento dos fluxos assistenciais, o tratamento trombolítico continua ocupando papel decisivo, sobretudo porque pode ser iniciado ra

Unidades de AVC, disfagia e suporte clínico no AVC isquêmico agudo
No AVC isquêmico agudo, a qualidade da assistência hospitalar vai muito além da decisão sobre trombólise ou trombectomia. Após a fase inicial, o desfecho do paciente passa a depender de um conjunto de medidas intra-hospitalares que reduzem complicações, encurtam a internação e melhoram a recuperação
Diretriz AHA/ASA 2026: Manejo Precoce do AVC Isquêmico Agudo
A Diretriz 2026 da American Heart Association (AHA) e da American Stroke Association (ASA) atualiza o manejo precoce do AVC isquêmico agudo, reforçando que se trata de uma condição altamente tempo-dependente. O documento destaca que organização do sistema de cuidado e rápida implementação de terapia

AHA 2025: o que mudou no SBV e SAV adulto?
As novas Diretrizes da American Heart Association (AHA 2025) acabam de ser publicadas e trouxeram atualizações relevantes para o manejo da parada cardiorrespiratória (PCR) no adulto, tanto no Suporte Básico de Vida (SBV) quanto no Suporte Avançado de Vida (SAV). Mais do que pequenas mudanças, o foco

Intoxicação por Metanol: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento
Intoxicação por Metanol: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento A intoxicação por metanol é uma emergência médica grave. Esse álcool tóxico é rapidamente absorvido por via oral, alcançando o pico sérico em até 60 minutos. No organismo, é metabolizado pela álcool desidrogenase em formaldeído e, em seguid

Sangramento Uterino Não Gestacional Tratamento Rápido
Manejo do Sangramento Uterino Anormal na Emergência Introdução ao Sangramento Uterino Anormal (SUA) O Sangramento Uterino Anormal (SUA) é uma condição frequente no departamento de emergência, afetando até 40% das mulheres mundialmente. Objetivos no Atendimento de Emergência Garantir a estabilidade h

Manejo do Tétano no Departamento de Emergência
Após exposição, o período de incubação do tétano é de 8h a 3 meses, sendo o tempo médio 7 – 21 dias. Quanto menor o tempo de incubação, pior o prognóstico. Seu diagnóstico é clínico e exames laboratoriais são inespecíficos. Quadro clínico do tétano generalizado – trismo (50% dos casos) – disfagia po

Aspiração de Vias Aéreas: 6 Cuidados Essenciais para Reduzir Riscos
Aspiração de Vias Aéreas: 6 Cuidados Essenciais para Reduzir Riscos Por que a aspiração de vias aéreas exige cuidados? A aspiração de vias aéreas é um procedimento comum em pacientes com via aérea artificial, principalmente no contexto de emergência. Apesar de essencial, pode causar complicações com

Utilizando o BOUGIE na Emergência
Hoje vamos abordar um pouco mais sobre o bougie, trata-se de um introdutor de tubo endotraqueal (ITE), semi rígido, cilíndrico, com uma ponta arredondada, que tem por função orientar o tubo endotraqueal (TET) na fenda glótica. É um dispositivo confeccionado com plástico flexível ou fio de náilon, co
Vai Realizar a Desfibrilação? Conheça os Cuidados
Posicionamento correto das pás: Uma abaixo da clavícula direita, ao lado do esterno e outra na região do ictus cardíaco. Lembre de colocar gel nas pás (além de ajudar na condução do choque, evita que a pele seja queimada); A força de pressão contra a parede torácica deve ser de cerca de 10Kg; Se o [
Manejo Geral da Crise Asmática: Passo a Passo no DE
Crise Asmática: Condutas na Primeira Hora e Casos Graves O que é uma crise asmática? A crise asmática é desencadeada por exposição a agentes ambientais que provocam uma resposta inflamatória nas vias aéreas, resultando em broncoespasmo. O reconhecimento e a intervenção precoce são fundamentais para

Cardioversão e Desfibrilação
A cardioversão elétrica sincronizada (CVE) é indicada para a grande maioria das taquiarritmias instáveis e consiste na descarga elétrica sincronizada ao complexo QRS. Já a desfibrilação é uma descarga elétrica não sincronizada, que tem por intuito permitir que o nó sinoatrial retome o ritmo cardíaco
Abocath: O que é, Para Que Serve e Como Usar o Cateter Flexível
Abocath: O que é, Para Que Serve e Como Usar o Cateter Flexível O que é o Abocath? O Abocath, também conhecido como cateter flexível ou Jelco, é um dispositivo utilizado para punção venosa periférica. É amplamente empregado em hospitais e serviços de emergência devido à sua durabilidade média de 72
Push Dose de Adrenalina: Indicação, Preparo e Uso Seguro
Push Dose de Adrenalina: Indicação, Preparo e Uso Seguro O que é a Adrenalina? A adrenalina é uma medicação com ação alfa e beta agonista, promovendo vasoconstrição periférica, aumento do cronotropismo (frequência cardíaca) e inotropismo (força de contração), o que eleva o débito cardíaco, a pressão

Curativo de 3 Pontas: Passo a Passo dessa Emergência Torácica
Curativo de Três Pontas em Pneumotórax Aberto: Técnica e Aplicação O curativo de três pontas é uma técnica essencial no atendimento de emergência em casos de trauma torácico perfurante, especialmente quando há suspeita de pneumotórax aberto. Situações como ferimentos por arma de fogo, arma branca ou

Cetamina no Departamento de Emergência
A Cetamina é hoje uma das drogas mais versáteis do departamento de emergência. Ela pode ser empregada para intubação orotraqueal, broncoespasmo refratário, manejo da dor, controle da agitação psicomotora, estado de mal convulsivo, sedação e analgesia multimodal entre outros. A Cetamina é um derivado

O Pentágono da Via Aérea Difícil
O objetivo primário do manejo da via aérea no departamento de emergência (DE) é manter a patência da via aérea, dar suporte a oxigenação e/ou ventilação ao paciente. Contudo, o manejo da via aérea no DE tem suas peculiaridades, uma vez que não se trata de um ambiente controlado, como por exemplo um

Ventilação Mecânica: Parâmetros Iniciais em Adultos e Crianças
Ventilação Mecânica: Parâmetros Iniciais por Faixa Etária Não é raro que o médico emergencista se veja diante da necessidade de manejar uma via aérea avançada e iniciar ventilação mecânica. E isso não se restringe apenas aos pacientes adultos — crianças e recém-nascidos também exigem intervenções ve

Diferenças Tesouras Ponta Romba Convencional, e Ponta Romba Raptor
Conhecer o material que temos em nosso Departamento de Emergência é imprescindível, e na Atenção Pré Hospitalar (APH) isso é obrigatório. Por isso é fundamental entender as Diferenças entre Tesouras Ponta Romba Convencional, e a Ponta Romba do Modelo Raptor. TESOURA PONTA ROMBA A tesoura ponta romba

DOR TORÁCICA NO DEPARTAMENTO DE EMERGÊNCIA (DE)
A dor torácica é uma das principais queixas de quem procura o DE hoje, podendo chegar até 10% dos atendimentos, ela é representada por dor que vai do abdome até a cabeça, sendo na maioria das vezes de baixo risco, contudo, sua minoria, apresenta alta morbimortalidade, podendo seu erro diagnostico se

Bubble Test: Detecte Complicações do CVC Sem Radiação
Confirmação de CVC com POCUS: Técnica Rápida e Segura Importância do CVC no Departamento de Emergência A passagem de cateter venoso central (CVC) é uma prática comum no Departamento de Emergência (DE). Apesar de sua utilidade, o procedimento não é isento de riscos, podendo causar complicações como i

Acesso Intraósseo: Indicações, Técnica e Complicações
Acesso Intraósseo: Indicações, Técnica e Complicações O que é o acesso intraósseo? O acesso intraósseo (IO) foi descrito em 1922 e atualmente é indicado como segunda via de acesso em emergências, quando o acesso venoso periférico não é possível. A medula óssea é altamente vascularizada, permitindo a
Taquicardia de QRS largo e RR regular
Diante de uma taquicardia de QRS largo e RR regular há 2 possibilidades principais. A primeira é estar diante de uma taquicardia supraventricular com aberrância, já a segunda possibilidade é se tratar de uma taquicardia ventricular. Existem inúmeros critérios que auxiliam na diferenciação, sendo ele
