Emergências neurológicasEscala de Coma de Glasgow: como avaliar o paciente graveAprenda a aplicar e interpretar a Escala de Coma de Glasgow na emergência. Componentes (ocular, verbal, motora), escore Glasgow-P, erros comuns e casos clínicos. Por médicos emergencistas da Full Emergency.Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83729/05/2026
Emergências CardiológicasAntiagregação, anticoagulação e neuroproteção no AVCNo manejo do AVC isquêmico agudo, a discussão terapêutica não se limita às estratégias de reperfusão. Depois da fase inicial de diagnóstico e decisão sobre trombólise ou trombectomia, outras condutas passam a ter papel central na segurança do paciente e na prevenção de recorrência. Entre elas, destaTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasAVC isquêmico pediátrico: diagnóstico precoce e manejo em centros especializadosAVC isquêmico pediátrico: diagnóstico precoce e manejo em centros especializados O AVC isquêmico pediátrico recebe atenção especial na diretriz, principalmente por um motivo central: o subdiagnóstico. Diferentemente do que ainda ocorre no imaginário de muitos profissionais e familiares, o AVC tambémTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasAVC na circulação posterior e pediatria: trombectomia, trombólise e decisão individualizadaAVC na circulação posterior e pediatria As recomendações sobre reperfusão no AVC costumam ser discutidas principalmente a partir de estudos com foco em circulação anterior e população adulta. No entanto, a prática clínica exige atenção também a contextos menos frequentes, mas altamente relevantes, cTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasControle metabólico e temperatura no AVCControle metabólico e temperatura no AVC No atendimento ao paciente com AVC, a atenção da equipe costuma se concentrar, de forma compreensível, na confirmação diagnóstica, na definição do tipo de evento e na avaliação de terapias específicas, como trombólise e trombectomia quando indicadas. No entanTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasStroke unit, disfagia e suporte clínico no AVCO tratamento do AVC isquêmico agudo não termina na reperfusão nem se resume às decisões tomadas nas primeiras horas. Depois da fase inicial, a qualidade do cuidado intra-hospitalar passa a ter impacto direto sobre mortalidade, incapacidade funcional, complicações clínicas e tempo de internação. É juTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasExames no AVC: além da tomografia, o que pedir antes da trombólise e o que NÃO pode atrasar o tratamentoSe você está esperando exame laboratorial para trombolisar, pode estar atrasando o paciente Se você suspeitou de AVC isquêmico e está aguardando exames laboratoriais para decidir sobre trombólise, existe uma grande chance de estar atrasando um tratamento que deveria ser imediato. A Diretriz AHA/ASA Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Via AéreaOxigenação e via aérea no AVC: o que realmente precisa ser feito no atendimento inicialNem todo paciente com AVC precisa de oxigênio ou de via aérea avançada Quando um paciente com AVC chega à emergência, existe uma tendência natural de ampliar o suporte logo de saída. Oxigênio, monitorização intensiva, preparo para intubação. Mas a Diretriz AHA/ASA 2026 chama atenção para um ponto que parece simples e, Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasPressão arterial no AVC: quando tratar e quais metas usar antes e depois da trombóliseNem toda pressão alta no AVC precisa ser tratada imediatamente Uma das dúvidas mais comuns no atendimento inicial do AVC é se toda pressão arterial elevada precisa ser corrigida logo na chegada. A resposta é não. E entender isso evita um erro frequente no plantão: baixar a pressão de forma precipitaTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasTrombectomia mecânica no AVCA trombectomia mecânica consolidou-se como uma das intervenções mais importantes no tratamento do AVC isquêmico agudo por oclusão de grande vaso. Seu papel é central porque, em pacientes adequadamente selecionados, a remoção endovascular do trombo pode restabelecer o fluxo cerebral de maneira eficazTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasTrombólise intravenosa no AVC: alteplase, tenecteplase e janela terapêuticaA trombólise intravenosa permanece como uma das estratégias centrais de reperfusão no manejo do AVC isquêmico agudo. Mesmo com o avanço da trombectomia mecânica e o refinamento dos fluxos assistenciais, o tratamento trombolítico continua ocupando papel decisivo, sobretudo porque pode ser iniciado raTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
Emergências CardiológicasUnidades de AVC, disfagia e suporte clínico no AVC isquêmico agudoNo AVC isquêmico agudo, a qualidade da assistência hospitalar vai muito além da decisão sobre trombólise ou trombectomia. Após a fase inicial, o desfecho do paciente passa a depender de um conjunto de medidas intra-hospitalares que reduzem complicações, encurtam a internação e melhoram a recuperaçãoTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83726/05/2026
ArtigoSem categoriaDiretriz AHA/ASA 2026: Manejo Precoce do AVC Isquêmico AgudoA Diretriz 2026 da American Heart Association (AHA) e da American Stroke Association (ASA) atualiza o manejo precoce do AVC isquêmico agudo, reforçando que se trata de uma condição altamente tempo-depTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83723/02/2026
Sem categoriaAHA 2025: o que mudou no SBV e SAV adulto?As novas Diretrizes da American Heart Association (AHA 2025) acabam de ser publicadas e trouxeram atualizações relevantes para o manejo da parada cardiorrespiratória (PCR) no adulto, tanto no Suporte Básico de Vida (SBV) quanto no Suporte Avançado de Vida (SAV). Mais do que pequenas mudanças, o focoTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83704/11/2025
Sem categoriaIntoxicação por Metanol: Sintomas, Diagnóstico e TratamentoIntoxicação por Metanol: Sintomas, Diagnóstico e Tratamento A intoxicação por metanol é uma emergência médica grave. Esse álcool tóxico é rapidamente absorvido por via oral, alcançando o pico sérico em até 60 minutos. No organismo, é metabolizado pela álcool desidrogenase em formaldeído e, em seguidTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83705/10/2025
Dicas APHSangramento Uterino Não Gestacional Tratamento RápidoManejo do Sangramento Uterino Anormal na Emergência Introdução ao Sangramento Uterino Anormal (SUA) O Sangramento Uterino Anormal (SUA) é uma condição frequente no departamento de emergência, afetando até 40% das mulheres mundialmente. Objetivos no Atendimento de Emergência Garantir a estabilidade hTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83728/06/2024
Dicas APHManejo do Tétano no Departamento de EmergênciaApós exposição, o período de incubação do tétano é de 8h a 3 meses, sendo o tempo médio 7 – 21 dias. Quanto menor o tempo de incubação, pior o prognóstico. Seu diagnóstico é clínico e exames laboratoriais são inespecíficos. Quadro clínico do tétano generalizado – trismo (50% dos casos) – disfagia poTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83722/06/2024
Dicas APHAspiração de Vias Aéreas: 6 Cuidados Essenciais para Reduzir RiscosAspiração de Vias Aéreas: 6 Cuidados Essenciais para Reduzir Riscos Por que a aspiração de vias aéreas exige cuidados? A aspiração de vias aéreas é um procedimento comum em pacientes com via aérea artificial, principalmente no contexto de emergência. Apesar de essencial, pode causar complicações comTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83725/03/2024
Via Aérea#bougie#kiwi ducanto gripUtilizando o BOUGIE na EmergênciaHoje vamos abordar um pouco mais sobre o bougie, trata-se de um introdutor de tubo endotraqueal (ITE), semi rígido, cilíndrico, com uma ponta arredondada, que tem por função orientar o tubo endotraqueal (TET) na fenda glótica. É um dispositivo confeccionado com plástico flexível ou fio de náilon, coTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83712/10/2023
Emergências CardiológicasVai Realizar a Desfibrilação? Conheça os CuidadosPosicionamento correto das pás: Uma abaixo da clavícula direita, ao lado do esterno e outra na região do ictus cardíaco. Lembre de colocar gel nas pás (além de ajudar na condução do choque, evita que a pele seja queimada); A força de pressão contra a parede torácica deve ser de cerca de 10Kg; Se o [Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83720/08/2023
Sem categoriaManejo Geral da Crise Asmática: Passo a Passo no DECrise Asmática: Condutas na Primeira Hora e Casos Graves O que é uma crise asmática? A crise asmática é desencadeada por exposição a agentes ambientais que provocam uma resposta inflamatória nas vias aéreas, resultando em broncoespasmo. O reconhecimento e a intervenção precoce são fundamentais para Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83708/07/2023
Sem categoriaCardioversão e DesfibrilaçãoA cardioversão elétrica sincronizada (CVE) é indicada para a grande maioria das taquiarritmias instáveis e consiste na descarga elétrica sincronizada ao complexo QRS. Já a desfibrilação é uma descarga elétrica não sincronizada, que tem por intuito permitir que o nó sinoatrial retome o ritmo cardíacoTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83708/07/2023
Sem categoriaAbocath: O que é, Para Que Serve e Como Usar o Cateter FlexívelAbocath: O que é, Para Que Serve e Como Usar o Cateter Flexível O que é o Abocath? O Abocath, também conhecido como cateter flexível ou Jelco, é um dispositivo utilizado para punção venosa periférica.Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83708/07/2023
Sem categoriaPush Dose de Adrenalina: Indicação, Preparo e Uso SeguroPush Dose de Adrenalina: Indicação, Preparo e Uso Seguro O que é a Adrenalina? A adrenalina é uma medicação com ação alfa e beta agonista, promovendo vasoconstrição periférica, aumento do cronotropismTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83708/07/2023
Dicas APHCurativo de 3 Pontas: Passo a Passo dessa Emergência TorácicaCurativo de Três Pontas em Pneumotórax Aberto: Técnica e Aplicação O curativo de três pontas é uma técnica essencial no atendimento de emergência em casos de trauma torácico perfurante, especialmente quando há suspeita de pneumotórax aberto. Situações como ferimentos por arma de fogo, arma branca ouTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83704/12/2022
Sem categoriaCetamina no Departamento de EmergênciaA Cetamina é hoje uma das drogas mais versáteis do departamento de emergência. Ela pode ser empregada para intubação orotraqueal, broncoespasmo refratário, manejo da dor, controle da agitação psicomotora, estado de mal convulsivo, sedação e analgesia multimodal entre outros. A Cetamina é um derivadoConrado Sanson Tupich · CRM/PR 43.37018/11/2022
Via AéreaO Pentágono da Via Aérea DifícilO objetivo primário do manejo da via aérea no departamento de emergência (DE) é manter a patência da via aérea, dar suporte a oxigenação e/ou ventilação ao paciente. Contudo, o manejo da via aérea no DE tem suas peculiaridades, uma vez que não se trata de um ambiente controlado, como por exemplo um Talita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83705/11/2022
Sem categoriaVentilação Mecânica: Parâmetros Iniciais em Adultos e CriançasVentilação Mecânica: Parâmetros Iniciais por Faixa Etária Não é raro que o médico emergencista se veja diante da necessidade de manejar uma via aérea avançada e iniciar ventilação mecânica. E isso não se restringe apenas aos pacientes adultos — crianças e recém-nascidos também exigem intervenções veConrado Sanson Tupich · CRM/PR 43.37001/11/2022
Dicas APHDiferenças Tesouras Ponta Romba Convencional, e Ponta Romba RaptorConhecer o material que temos em nosso Departamento de Emergência é imprescindível, e na Atenção Pré Hospitalar (APH) isso é obrigatório. Por isso é fundamental entender as Diferenças entre Tesouras Ponta Romba Convencional, e a Ponta Romba do Modelo Raptor. TESOURA PONTA ROMBA A tesoura ponta rombaTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83725/10/2022
Emergências CardiológicasDOR TORÁCICA NO DEPARTAMENTO DE EMERGÊNCIA (DE)A dor torácica é uma das principais queixas de quem procura o DE hoje, podendo chegar até 10% dos atendimentos, ela é representada por dor que vai do abdome até a cabeça, sendo na maioria das vezes de baixo risco, contudo, sua minoria, apresenta alta morbimortalidade, podendo seu erro diagnostico seTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83715/10/2022
Sem categoriaBubble Test: Detecte Complicações do CVC Sem RadiaçãoConfirmação de CVC com POCUS: Técnica Rápida e Segura Importância do CVC no Departamento de Emergência A passagem de cateter venoso central (CVC) é uma prática comum no Departamento de Emergência (DE). Apesar de sua utilidade, o procedimento não é isento de riscos, podendo causar complicações como iTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83715/10/2022
Sem categoriaAcesso Intraósseo: Indicações, Técnica e ComplicaçõesAcesso Intraósseo: Indicações, Técnica e Complicações O que é o acesso intraósseo? O acesso intraósseo (IO) foi descrito em 1922 e atualmente é indicado como segunda via de acesso em emergências, quando o acesso venoso periférico não é possível. A medula óssea é altamente vascularizada, permitindo aTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83715/10/2022
Sem categoriaTaquicardia de QRS largo e RR regularDiante de uma taquicardia de QRS largo e RR regular há 2 possibilidades principais. A primeira é estar diante de uma taquicardia supraventricular com aberrância, já a segunda possibilidade é se tratar de uma taquicardia ventricular. Existem inúmeros critérios que auxiliam na diferenciação, sendo eleTalita Ribeiro da Silva · CRM/PR 38.732 · RQE Medicina de Emergência 35.83705/10/2022